{"id":3485,"date":"2013-11-22T18:34:06","date_gmt":"2013-11-22T17:34:06","guid":{"rendered":"http:\/\/ptsat.net\/wp\/internet-5-maiores-virus-de-sempre\/"},"modified":"2013-11-22T18:34:06","modified_gmt":"2013-11-22T17:34:06","slug":"internet-5-maiores-virus-de-sempre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ptsat.net\/wp\/internet-5-maiores-virus-de-sempre\/","title":{"rendered":"Internet: 5 maiores v\u00edrus de sempre"},"content":{"rendered":"<div><!-- google_ad_section_start --><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/ptsat.net\/wp\/wp-content\/plugins\/wp-o-matic\/cache\/282687c71e_File-dDocName-CIECO178423-amp-fileName-A101-77083621167868793384273741.jpg&amp;rendition=extra_wide&amp;SID=354506\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p>\nMilh\u00f5es de computadores infetados e preju\u00edzos milion\u00e1rios foram o rasto deixado pelos cinco maiores v\u00edrus de sempre. A empresa de seguran\u00e7a Norton, respons\u00e1vel pelo software antiv\u00edrus com o mesmo nome, compilou os maiores desastres inform\u00e1ticos da hist\u00f3ria e o Mashable apresentou-os.<\/p>\n<p>O primeiro v\u00edrus de que h\u00e1 mem\u00f3ria foi o Morris, que infetou seis mil computadores em 1988. Desde ent\u00e3o, os c\u00f3digos maliciosos espalharam-se por milh\u00f5es de computadores e assumindo v\u00e1rias formas (na verdade, nem todos s\u00e3o v\u00edrus, mas este \u00e9 o termo que se usa para os abarcar).<\/p>\n<p>Este \u00e9 o top dos cinco v\u00edrus mais perigosos de sempre, por ordem de impacto.<\/p>\n<p>1.Mydoom<br \/>\nAno: 2004<br \/>\nPreju\u00edzos: 38 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares<br \/>\nInfe\u00e7\u00e3o: 2 milh\u00f5es de computadores<br \/>\nFoi um &#8216;worm&#8217; que se espalhava por email, dando a apar\u00eancia de uma mensagem que voltou para tr\u00e1s. Ao abrir o email, o c\u00f3digo malicioso descarregava-se automaticamente e roubava os contactos do livro de endere\u00e7os do Outlook. Da\u00ed espalhava-se pelos amigos, fam\u00edlia e colegas. Nunca se tinha visto um &#8216;worm&#8217; a espalhar-se t\u00e3o depressa na hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>2. Sobig.F<br \/>\nAno: 2003<br \/>\nPreju\u00edzos: 37,1 mil milh\u00f5es<br \/>\nInfe\u00e7\u00e3o: 2 milh\u00f5es de computadores<\/p>\n<p>Era simultaneamente um &#8216;worm&#8217;, que se replicava a si <acronym title=\"Google Page Ranking\">pr<\/acronym>\u00f3prio, e um Trojan, visto que se disfar\u00e7ava. Assim que a v\u00edtima abria o email, acionava o &#8216;worm&#8217;, que se reproduzia em todos os endere\u00e7os. Disseminava-se atrav\u00e9s de uma avalanche de emails, capaz de entupir os sistemas apenas com o volume. Durante um breve per\u00edodo de tempo, conseguiu mandar abaixo o sistema da Air Canada, entupiu os sistemas de tr\u00e1fego e carga em Washington e abrandou as redes de grandes empresas.<\/p>\n<p>3. I Love You<br \/>\nAno: 2000<br \/>\nPreju\u00edzos: 15 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares<br \/>\nInfe\u00e7\u00e3o: 500 mil computadores<\/p>\n<p>Disseminou-se pelo anexo de email com o t\u00edtulo sugestivo &quot;I love you.&quot; Quando este era aberto, c\u00f3digo malicioso gravava por cima dos ficheiros de imagem dos utilizadores, sendo que o intuito era roubar palavras-passe de acesso \u00e0 internet. Espalhava-se ao enviar-se automaticamente para os primeiros 50 endere\u00e7os no livro de contactos do Windows.<\/p>\n<p>4. Code Red<br \/>\nAno: 2001<br \/>\nPreju\u00edzos: 2,6 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares<br \/>\nInfe\u00e7\u00e3o: 1 milh\u00e3o de computadores<\/p>\n<p>Era um &#8216;worm&#8217; que explorava uma vulnerabilidade dos sistemas operativos Windows 2000 e windows NT. Teve tanta for\u00e7a que conseguiu mandar abaixo ou alterar alguns sites, incluindo whitehouse.gov. For\u00e7ou outras ag\u00eancias governamentais norte-americanas a suspenderem os seus sites temporariamente. Espalhava-se selecionando de forma aleat\u00f3ria 100 endere\u00e7os IP, que analisava em busca dos sistemas Windows em causa \u2013 s\u00f3 se propagava para estes computadores.<\/p>\n<p>5. Slammer<br \/>\nAno: 2003<br \/>\nPreju\u00edzos: 1,2 mil milh\u00f5es de d\u00f3lares<br \/>\nInfe\u00e7\u00e3o: 200 mil computadores<\/p>\n<p>Era um &#8216;worm&#8217; que originava um ataque DoS \u2013 Denial of Service \u2013 nalguns &#8216;hosts&#8217; e que abrandou dramaticamente o tr\u00e1fego de navega\u00e7\u00e3o na web. Assim que come\u00e7ou a espalhar-se, atingiu um ritmo de dissemina\u00e7\u00e3o incr\u00edvel: duplicava de tamanho a cada 8,5 segundos. Selecionava endere\u00e7os IP de forma aleat\u00f3ria e contou entre as v\u00edtimas as m\u00e1quinas multibanco do Bank of America, o sistema de resposta de emerg\u00eancia (911) em Washington, uma instala\u00e7\u00e3o nuclear em Ohio e o sistema da Continental Airlines.<\/p>\n<p>dinheiro vivo<!-- google_ad_section_end --><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Milh\u00f5es de computadores infetados e preju\u00edzos milion\u00e1rios foram o rasto deixado pelos cinco maiores v\u00edrus de sempre. A empresa de seguran\u00e7a Norton, respons\u00e1vel pelo software antiv\u00edrus com o mesmo nome, compilou os maiores desastres inform\u00e1ticos da hist\u00f3ria e o Mashable apresentou-os. 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